Divagar não é preciso!
É preciso ir devagar.
Com mansidão se acalma o mar
Com emoção se faz velejar
Com a luz, que vem de suas mãos, eu posso voar!
Rimar apenas com verbos,
Não é rimar!
É “trollar” a própria poesia;
Que tão cheia e rica
Enche por inteiro a minha vida.
Quero construir poemas
Com bases sólidas
E voz sofrida.
Com a alegria de cicatrizar feridas
E com sorriso de uma doce menina.
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