sábado, 25 de fevereiro de 2012

Divagando devagar.

Divagar não é preciso!
É preciso ir devagar.
Com mansidão se acalma o mar
Com emoção se faz velejar
Com a luz, que vem de suas mãos, eu posso voar!

Rimar apenas com verbos,
Não é rimar!
É “trollar” a própria poesia;
Que tão cheia e rica
Enche por inteiro a minha vida.

Quero construir poemas
Com bases sólidas
E voz sofrida.
Com a alegria de cicatrizar feridas
E com sorriso de uma doce menina.

Nenhum comentário:

Postar um comentário