sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Poema leve.

A dor, o vício, todos requerem algum sacrifício.
Parar de tomar café dá dor de cabeça.
Não usar a fé desfalece a crença.
Bom é crer, para depois ver.
Bom é ver o sol pela janela
É comer pão com mortadela.
É viver a vida leve, sem estresse.
Que o estresse não aprisione a nossa poesia
A nossa intensa alegria.
Que ele não afogue o amor do peito
E tire o sono quando deito.
Que a paz de Deus seja o nosso guia
Seja cais da nossa gostosa euforia.
Seja o apreciar do tempo, mesmo no tédio,
Mesmo no assédio, mesmo na correria.

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