Ainda são seis horas da manhã e o coração parece pular até a garganta.
Há tempos ele não batia assim. Feito louco, feito maluco desenfreado, sem compromisso e sem firulas. Mas segura a onda, mermão. Que quem manda aqui não é ocê não.
"Calado!", eu pensei. Vamos esperar os comandos do meu amado rei.
O rei falou: Calma, filha, eu tô do seu lado.
Então eu respirei fundo e com um ato profundo eu agradeci pela resposta.
As respostas ainda são vagas. Ainda deixam a cabeça atordoada, mas confio na esperança.
Na esperança espero pelo amor. Amanhã ou depois, sem mácula e nem dor.
Eu sei...
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